Um momento singular, cheio de incertezas e de sacrifícios. Essa é a Adaptação. Quando adaptandos, em nossa chegada, podia-se ver medo, insegurança e curiosidade. Não foi fácil, momentos de dificuldades surgiram, um atrás do outro. Naquele dia 7 de janeiro, fomos corajosos pois não sabíamos pelo que iríamos passar. Nenhuma adaptação é igual a outra. A única certeza era que teríamos que crescer mentalmente e pessoalmente. A primeira noite foi de cansaço e momentos de conhecer aqueles com quem compartilharemos a nossa vida acadêmica. Isso era o que achávamos. Conhecemos os verdadeiros companheiros, amigos e campanhas. Passamos a saber que vencemos as dificuldades juntos e assim devemos permanecer, na adversidade, na alegria. Três semanas fora da zona de conforto, não são três horas.
No dia 25 de janeiro, com o nosso uniforme branco, marchando em direção ao Pátio da Bandeira, foi o momento em que percebemos que estava acontecendo, o nervosismo estava a flor da pele, ali a ficha caiu: iríamos nos tornar ALUNOS. Quando nos viramos para nossos familiares e amigos, o coração foi a mil. Muitos não se contiveram, a emoção foi mais forte, e lacrimejaram.
Nos lembramos tudo aquilo pelo que passamos. Aqui aprendemos a valorizar a amizade. Aprendemos a não nos deixar abater, quando sentíamos que não daria para continuar, vinha alguém atrás e falava: “NÃO! VAMOS VENCER ESSA ADAP!” Nunca se estava sozinho, quanto mais vontade de ir embora, mais vontade de vencer nós tínhamos. A maior lição tirada desse período foi: Nunca desista e saiba que nunca estarás sozinho!
“Ninguém sabe o que vocês passaram, ninguém estava em suas peles, a sua dor é única e vocês passaram por ela. Tenham ORGULHO do que fizeram, pois foi o primeiro passo para entrar nessa Escola, e não foi fácil. Nunca deixem que digam a vocês que foi fácil. Sua vitória, vibrem com ela. Tenham orgulho!”
















