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	<title>Jornal Pelicano &#187; Navios</title>
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	<description>O Jornal da EFOMM</description>
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		<title>Petrobras fecha contrato para 8 navios e anuncia mais 20</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 11:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;Escritor não definido&#62;</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Petrobras fechará nos próximos dias com o estaleiro Eisa contrato para a construção de oito navios para transporte de produtos de petróleo &#8211; a última encomenda da segunda fase do Programa de Modernização e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras fechará nos próximos dias com o estaleiro Eisa contrato para a construção de oito navios para transporte de produtos de petróleo &#8211; a última encomenda da segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (PROMEF 2).</p>
<p>Com o final desta etapa e a entrega do primeiro petroleiro construído no âmbito do programa, prevista para a próxima semana, a estatal deve anunciar em seguida a terceira fase do PROMEF, com a encomenda de mais 20 navios, afirmou nesta segunda-feira Sérgio Machado, presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras para logística.</p>
<p>Segundo Machado, Petrobras e Eisa chegaram a um consenso sobre o preço dos oito navios e faltam apenas &#8220;alguns acertos técnicos&#8221; para a conclusão do contrato.</p>
<p>&#8220;Já encerramos a fase de negociação comercial&#8221;, disse ele a jornalistas após participar de evento organizado pela indústria naval, em Niterói, região metropolitana do Rio.</p>
<p>Representantes da indústria naval já tratam o negócio como fechado. &#8220;A informação que tive nesta manhã é que os dois fecharam acordo&#8221;, afirmou o presidente do Sindicato da Indústria de Construção e Reparação Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha.</p>
<p>Com o contrato fechado junto ao Eisa para a construção de oito navios para o transporte de derivados de petróleo, a Petrobras encerra as encomendas de 49 navios previstos nas duas fases do Promef.</p>
<p><a href="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio2.jpg" class="lightwindow"><img class="aligncenter size-full wp-image-33202" title="navio2" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio2.jpg" alt="navio2" width="600" height="485" /></a></p>
<p>Localizado no Rio de Janeiro, o estaleiro Eisa, do grupo Synergy, poderá dividir a encomenda com o estaleiro Mauá, do mesmo grupo, localizado em Niterói, disseram os presidentes da Transpetro e do Mauá, Manoel Ribeiro.</p>
<p>Os primeiros 41 navios encomendados demandaram investimentos de 9,6 bilhões de reais e estão sendo feitos nos estaleiros Atlântico Sul (EAS), Promar, Mauá, Superpesa e o mesmo Eisa. Onze navios estão sendo construídos no Rio de Janeiro e outros 30 em Pernambuco pelos estaleiros Atlântico Sul e Promar.</p>
<p>O programa de construção naval da Transpetro é um dos principais projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.</p>
<p>A terceira fase do programa naval está incluída no plano de negócios da Petrobras para os próximos cinco anos, disse Sérgio Machado. Segundo ele, o PROMEF 3 deve ser lançado entre o final deste ano e o início de 2012.</p>
<p>Mas antes de lançar mais uma etapa do PROMEF, o presidente da estatal espera a conclusão e entrega definitiva das primeiras embarcações. O navio Celso Furtado, segundo ele, concluiu testes neste domingo e deve entrar em operação na próxima semana. Em seguida deve ficar pronto o navio João Cândido, construído em Pernambuco.<br />
(Fonte:Reuters/Sabrina Lorenzi)
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/11/petrobras-fecha-contrato-para-8-navios-e-anuncia-mais-20/navio2-2/' title='navio2'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio2-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="navio2" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/11/petrobras-fecha-contrato-para-8-navios-e-anuncia-mais-20/navio3/' title='navio3'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio3-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="navio3" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/11/petrobras-fecha-contrato-para-8-navios-e-anuncia-mais-20/navio1/' title='navio1'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/11/navio1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="navio1" /></a>
</p>
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		<title>Alunos visitam o Estaleiro Atlântico Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 16:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Al. Bianca Barbosa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-32373" title="317823_2496555497486_1360819976_32949481_1977724673_n" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/10/317823_2496555497486_1360819976_32949481_1977724673_n-300x200.jpg" alt="317823_2496555497486_1360819976_32949481_1977724673_n" width="300" height="200" />De 6 a 9 de outubro, seis alunos da EFOMM tiveram a oportunidade de conhecer o EAS ( Estaleiro Atlântico Sul ), fruto do Programa de Expansão da Frota da empresa de navegação Transpetro. O referido estaleiro se localiza no terminal de Suape, em Recife; na sua produção temos em fase de conclusão o navio-tanque João Cândido, sob o Comando do Comandante Muller, da classe Suezmax (capacidade de um milhão de barris). O navio-tanque Zumbi dos Palmares, da mesma classe que o anterior, também já se encontra em fase de montagem dos blocos no dique seco.</p>
<p>Os alunos Alexandre Pereira, Alessandra e Tinoco de Náutica e Caroline Santos, Lemos e Pizzini de Máquinas também puderam conhecer o terminal de produtos claros da Transpetro em Suape, fazendo uma visitação por todas as instalações do terminal e acompanhando todas as fases de armazenamento e distribuição dos produtos.</p>
<p>Durante todo o período, os alunos tiveram contato com a tripulação do João Cândido, que está acompanhando a fase de conclusão do navio. Os alunos ficaram hospedados no mesmo hotel que a tripulação, gerando a oportunidade de tirar dúvidas não só sobre a construção do navio e o funcionamento do estaleiro, mas também sobre a profissão, a vida a bordo e a praticagem.</p>
<p>Por Al. Alexandre Pereira</p>

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		<title>Alunos embarcam no Log-In Jacarandá</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 16:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Al. Bianca Barbosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ A LOG-IN Logística Intermodal S/A ofereceu, no período de 21 a 29 de Julho, a oportunidade de dois alunos embarcarem no seu navio mais novo, o full contêiner Log-in Jacarandá. Este navio possui a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-32383" title="Log In Jacarandá" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/10/lancado-ao-mar-primeiro-porta-conteiner-construido-no-brasil-foto-portal-naval-300x201.jpg" alt="Log In Jacarandá" width="300" height="201" /> A LOG-IN Logística Intermodal S/A ofereceu, no período de 21 a 29 de Julho, a oportunidade de dois alunos embarcarem no seu navio mais novo, o full contêiner Log-in Jacarandá. Este navio possui a capacidade de 2.800 TEUs,  três guindastes de bordo e cumpre a rota Manaus x Itajaí ( esta rota pode ser acompanhada em tempo real no site da própria empresa ). Sob o comando do Capitão de Longo Curso Braga, o Comandante-Aluno Alexandre Pereira e a Imediato-Aluna Alessandra cumpriram a viagem entre os portos de Suape e Santos. Durante a viagem, os alunos foram apresentados a todas as instalações do navio e puderam conviver com a tripulação recebendo tratamento de praticantes-alunos.</p>
<p>Foi concedido aos alunos  acesso as acomodações do Comandante, Centro de Controle de Carga e ao escritório do navio. Um fato interessante observado na viagem foi a presença a bordo de familiares do Comandante e do Imediato, que segundo estes é uma política muito bem aceita pela companhia em favor do bem estar do tripulante. Também era notável o bom relacionamento entre todos os tripulantes, independente da classe ou  categoria, que se reuniam sempre nos horários das refeições ou nos salões de estar; foi acompanhado inclusive o primeiro aniversário a bordo de um moço de máquinas, e todo o apoio da tripulação ao novo marinheiro que está se acostumando com a realidade de bordo. A empresa se mostrou muito dedicada e interessada no bem-estar dos alunos, desde o embarque no porto de Suape até o desembarque em Santos e conseqüente regresso ao Rio de Janeiro, fornecendo todo o apoio logístico necessário para essa experiência a bordo.</p>
<p>Por Al. Alexandre Pereira</p>
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		<title>Falta combustível no ES devido a condições meteorológicas</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 16:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Of. Al. Willian Cavalcante</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde os dias 21 e 24 de agosto, os navios Lavras e Lages, respectivamente, estão impossibilitados de descarregar os combustíveis no Porto de Tubarão (Vitória-ES) para que sejam distribuídos nos postos de gasolina.
O evento vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31780" class="wp-caption alignleft" style="max-width: 300px"><img class="size-medium wp-image-31780" title="Navio Lavras - Petrobrás" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/Lavras-300x225.jpg" alt="Lavras" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Lavras</p></div>
<p>Desde os dias 21 e 24 de agosto, os navios Lavras e Lages, respectivamente, estão impossibilitados de descarregar os combustíveis no Porto de Tubarão (Vitória-ES) para que sejam distribuídos nos postos de gasolina.</p>
<p>O evento vem ocorrendo devido a grande variação da maré (que chega a ser de 95cm) e a alta velocidade do vento, que atinge 70km/h. Estas embarcaçoes conseguem atracar no Porto com a variação da maré de, no máximo, 60cm.</p>
<p>Os navios mercantes retiraram o combustível da Refinaria Duque de Caxias (Reduque, RJ). O navio Lavras está carregado com mais de 30 mil m³ de combustíveis.</p>
<p>Alguns postos de gasolina já foram afetados por esse problema. Diante disso, a Petrobras Distribuidora informou que montou um esquema alternativo para levar diesel por via rodoviária e ferroviária e assim  amenizar os problemas com o desabastecimento.</p>
<p>Al. Willian Cavalcante</p>
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		<title>Investimentos no setor naval</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 00:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Detoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EMPRESAS PRIVADAS INVESTEM EM SETOR NAVAL BRASILEIRO
O grupo Hyundai, maior contrutor naval do planeta, anunciou na ultima terça (06/09) que unirá forças com a OSX, empresa de construção naval do grupo de Eike Batista, acreditando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">EMPRESAS PRIVADAS INVESTEM EM SETOR NAVAL BRASILEIRO</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">O grupo Hyundai, maior contrutor naval do planeta, anunciou na ultima terça (06/09) que unirá forças com a OSX, empresa de construção naval do grupo de Eike Batista, acreditando na industria naval brasileira.O diretor da Hyundai Corporation afirmou que o grupo vê as novas oportunidades que se abrem com a exploração de petróleo em águas profundas e espera que o Brasil se torne uma potência no setro de energia.</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">Os investimentos são da ordem de 3 bilhões de reais e são destinados a construção do que vai se tornar o maior estaleiro das Américas: a Unidade de Construção Naval de Açu que está prevista para ser entregue até junho de 2014. O Fundo de Marinha Mercante financiará o projeto, com valores que podem chegar a R$ 2,7 bilhões.</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">Segundo a companhia, esse estaleiro vai gerar 4 mil empregos durante sua construção e 10 mil para a posterior operação. Há a estimativa de entrega de 7 plataformas FPSO e nove WHP (plataformas fixas para águas rasas) para a OGX, a empresa de Eike que explora petróleo. A mesma, que de início será a principal cliente do estaleiro, pretende encomendar 48 unidades offshore nos próximos dez anos a OSX.</div>
<div id="_mcePaste" style="left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; position: absolute; overflow: hidden;">A demanda por equipamentos offshore no Brasil já é a maior do mundo, segundo o diretor-financeiro e de relações com investidores da OSX, Roberto Monteiro, devido a descoberta de petróleo no pré sal.</div>
<p>O grupo Hyundai, maior construtor naval do planeta, anunciou na ultima terça (06/09) que unirá forças com a OSX, empresa de construção naval do grupo de Eike Batista, acreditando na industria naval brasileira.O diretor da Hyundai Corporation afirmou que o grupo vê as novas oportunidades que se abrem com a exploração de petróleo em águas profundas e espera que o Brasil se torne uma potência no setor de energia.<img class="alignleft size-full wp-image-31767" title="EIKE BATISTA" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/EIKE-BATISTA.jpg" alt="EIKE BATISTA" width="300" height="230" /></p>
<p>Os investimentos são da ordem de 3 bilhões de reais e são destinados a construção do que vai se tornar o maior estaleiro das Américas: a Unidade de Construção Naval de Açu que está prevista para ser entregue até junho de 2014. O Fundo de Marinha Mercante financiará o projeto, com valores que podem chegar a R$ 2,7 bilhões.</p>
<p>Segundo a companhia, esse estaleiro vai gerar 4 mil empregos durante sua construção e 10 mil para a posterior operação. Há a estimativa de entrega de 7 plataformas FPSO e nove WHP (plataformas fixas para águas rasas) para a OGX, a empresa de Eike que explora petróleo. A mesma, que de início será a principal cliente do estaleiro, pretende encomendar 48 unidades offshore nos próximos dez anos a OSX.<img class="alignright size-full wp-image-31768" title="osx" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/osx.jpg" alt="osx" width="350" height="245" /></p>
<p>A demanda por equipamentos offshore no Brasil já é a maior do mundo, segundo o diretor-financeiro e de relações com investidores da OSX, Roberto Monteiro, devido a descoberta de petróleo no pré sal.</p>
<p>Por Aline Detoni</p>
<p><img class="size-full wp-image-31766 alignleft" title="COMPLEXO INDUSTRIAL DO AÇU" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/09/COMPLEXO-INDUSTRIAL-DO-AÇU.jpg" alt="COMPLEXO INDUSTRIAL DO AÇU" width="267" height="189" /></p>
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		<title>Embarque Offshore &#8211; PSV PETREL</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>&#60;Escritor não definido&#62;</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último dia 17, os alunos Araujo, Santos, André Carvalho e Souza embarcaram no navio PSV PETREL, da empresa Wilson Sons, que estava atracado no Porto do Rio. O navio que tem por finalidade prestar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 17, os alunos Araujo, Santos, André Carvalho e Souza embarcaram no navio PSV PETREL, da empresa Wilson Sons, que estava atracado no Porto do Rio. O navio que tem por finalidade prestar apoio a plataformas e navios sondas, conta com uma tripulação de 13 pessoas e  foi construído em 2009 pelo estaleiro da própria empresa no Guarujá.</p>
<p><a href="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13278.JPG" class="lightwindow"><img class="aligncenter size-medium wp-image-31395" title="SDC13278" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13278-300x225.jpg" alt="SDC13278" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O navio partiu na madrugada do dia 18 com destino a Bacia de Santos, onde realizou operações de carga e descarga de suprimentos, com a FPSO Angra dos Reis e a sonda de perfuração SS68. Os alunos puderam observar atentamente as manobras no passadiço realizadas pelo Comandante Villa Nova, e a prontidão da praça de máquinas efetuada pelo Oficial Superior de Máquinas Alcides.</p>
<p>A viagem teve duração de 3 dias, e com as operações realizadas e sem maior necessidade de apoio expedido pela PETROBRAS, os alunos regressaram no sábado dia 20 por volta das 13:00.</p>

<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13401/' title='SDC13401'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13401-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13401" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13382/' title='SDC13382'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13382-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13382" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13098/' title='SDC13098'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13098-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13098" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13101/' title='SDC13101'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13101-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13101" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13109/' title='SDC13109'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13109-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13109" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13106/' title='SDC13106'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13106-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13106" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13148/' title='SDC13148'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13148-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13148" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13121/' title='SDC13121'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13121-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13121" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13179/' title='SDC13179'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13179-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13179" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13264/' title='SDC13264'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13264-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13264" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13265/' title='SDC13265'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13265-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13265" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/embarque-offshore-psv-petrel/sdc13266/' title='SDC13266'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/SDC13266-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="SDC13266" /></a>

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		<title>Marinha Mercante ecossustentável</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 12:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Detoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Novas tecnologias que preservam o meio ambiente surgem a dia no mundo. A Marinha Mercante não fica pra trás...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As discussões ambientais estão aquecidas nos dias de hoje. <img class="alignright size-full wp-image-31333" title="Navio Híbrido" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Sem-título2.jpg" alt="Navio Híbrido" width="425" height="263" /> Os governos vêm investindo em fontes de energia renováveis e as “empresas-verdes” estão crescendo. Os carros movidos a energia elétrica já são uma realidade no mundo e em breve chegarão ao Brasil. Essa é uma forma de reduzir a emissão de gases do meio de transporte mais poluente. No entanto, o transporte aquaviário, apontado como solução para o transporte de carga, também é poluente e vem sendo alvo de investimentos no setor ecossustentável.<br />
O primeiro navio híbrido do mundo já é uma realidade, o Dorothy Carolyn, que opera no sul da Califórnia. A Companhia Foss Maritime (norte-americana) já idealiza um rebocador híbrido, baseado no sucesso do Dorothy Carolyn, que se chamará Foss Campbell. Segundo a empresa, o navio irá economizar cerca de 100 mil litros de óleo diesel por ano.<br />
<img class="alignleft size-medium wp-image-31332" title="Ro-Ro" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Sem-título-300x183.jpg" alt="Ro-Ro" width="300" height="183" />Além disso, a MOL (Mitsui O.S.K Lines), maior armador japonês, está desenvolvendo um navio de Ro-Ro que será capaz de captar energia solar enquanto atracado, não havendo a necessidade de gerar energia utilizando óleo Diesel. Os painéis solares serão instalados no convés, que tem uma grande área livre, e podem gerar até 160kW. Já as baterias, são de íon-lítio, capazes de armazenar 2,2 MWh e são instaladas na popa da embarcação, substituindo o lastro fixo, o que não altera a quantidade de carros que o navio pode carregar.</p>
<p>Esse ano, tornou-se mundialmente conhecida uma tecnologia que confeccionou uma <img class="alignright size-full wp-image-31331" title="pipa" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/pipa-1.jpg" alt="pipa" width="282" height="290" />&#8220;pipa&#8221; gigante que auxilia na propulsão de navios mercantes, ao captar a energia dos ventos, que em locais como o mar do Norte podem diminuir em até 30% do consumo de combustível quando navegando por estes locais.<br />
Esses são apenas exemplos de investimentos que podem reduzir, ou eliminar em algumas situações, a emissão de gases poluentes em navios mercantes, ajudando na preservação do planeta.</p>
<p>Por Aline Detoni</p>
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		<title>O céu (?) dos navios</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 20:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Detoni</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[cemitérios de navios]]></category>
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		<description><![CDATA[Um navio é construído, navega por décadas, serve a diferentes fins, mas e depois? E quando a tecnologia já está ultrapassada e a estrutura comprometida? Para onde vão os navios que não servem mais? Mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um navio é construído, navega por décadas, serve a diferentes fins, mas e depois? E quando a tecnologia já está ultrapassada e a estrutura comprometida? Para onde vão os navios que não servem mais? Mesmo num navio velho, que já não serve mais para a nav<img class="alignleft size-medium wp-image-31085" title="shipbreaking Chittagong (3)" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/shipbreaking-Chittagong-3-300x149.jpg" alt="shipbreaking Chittagong (3)" width="300" height="149" />egação, há muito que se aproveitar. Existem lugares no mundo onde se realiza essa atividade de desmanche de navios “inservíveis”. São principalmente localizados em países subdesenvolvidos, uma vez que desmanchar um navio em um país desenvolvido pode ser mais caro do que construir um novo. Nesses cemitérios de navios, retira-se tudo. O ferro é utilizado para a fabricação de aço, e os equipamentos de navegação são vendidos para colecionadores ou mesmo para substituição em outros navios ainda em atividade, formando assim, um forte comércio ao redor da região. Esses países, como Bangladesh, por exemplo, 80% do ferro que abastece as indústrias siderúrgicas do país é proveniente de sucata de navios desmanchados em locais como Chittagong, por exemplo. Estima-se que essa atividade envolva cerca de 3 milhões de pessoas no país. O grande problema é que o desmanche normalmente é realizado apenas com a força humana, uma vez que nesses lugares é mais barato pagar dez empregados do que comprar um guindaste. As pessoas que fazem essas atividades não usam os equipamentos adequados e muitas se ferem seriamente. Além disso, o óleo é despejado no mar, poluindo o local e deixando a o ambiente horrível. Na verdade, o cenário é do inferno dos navios!</p>

<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-alang-1/' title='Shipbreaking Alang (1)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Shipbreaking-Alang-1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="Shipbreaking Alang (1)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-alang-1-2/' title='Shipbreaking Alang (1)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Shipbreaking-Alang-1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="Shipbreaking Alang (1)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-alang-2/' title='Shipbreaking Alang (2)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Shipbreaking-Alang-2-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="Shipbreaking Alang (2)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-alang-3/' title='Shipbreaking Alang (3)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Shipbreaking-Alang-3.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="Shipbreaking Alang (3)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-alang-4/' title='Shipbreaking Alang (4)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Shipbreaking-Alang-4-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="Shipbreaking Alang (4)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-alang-5/' title='Shipbreaking Alang (5)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/Shipbreaking-Alang-5-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="Shipbreaking Alang (5)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-chittagong-1/' title='shipbreaking Chittagong (1)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/shipbreaking-Chittagong-1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="shipbreaking Chittagong (1)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/sean-smith/' title='Chittagong'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/shipbreaking-Chittagong-2-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="Chittagong" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-chittagong-3/' title='shipbreaking Chittagong (3)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/shipbreaking-Chittagong-3-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="shipbreaking Chittagong (3)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/08/o-ceu-dos-navios/shipbreaking-chittagong-4/' title='shipbreaking Chittagong (4)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/08/shipbreaking-Chittagong-4-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="shipbreaking Chittagong (4)" /></a>

<p>Por Aline Detoni</p>
<p>Fonte: http://www.blogmercante.com/2010/09/fotos-o-inferno-tem-nome-se-chama-chittagong/</p>
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		<title>FLIP &#8211; FLoating Instrument Platform</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 17:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Al. Bianca Barbosa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-30966" title="8" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/8-242x300.jpg" alt="8" width="242" height="300" />A plataforma Oceanográfica FLIP (FLoating Instrument Platform &#8211; Plataforma Flutuante de Instrumentos) é um navio de pesquisa para mar aberto que possui uma estrutura que permite mergulhar no mar e permanecer na posição vertical na água.</p>
<p>A embarcação tem o comprimento de 355 pés (aproximadamente 108 metros) e o deslocamento bruto de 711 TPB. É tripulada por 5 marítimos e comporta até 11 cientistas  além de sua tripulação). Geralmente opera na Costa Oeste dos Estados Unidos, mas está apta a operar em qualquer lugar do mundo.</p>
<p>Sendo parcialmente submersível, a plataforma é capaz de girar 90 graus em volta de sua Seção Mestra, afundando sua popa através de tanques de lastro e resultando numa estrutura que fica com apenas 55 pés (cerca de 17 metros). A manobra dura aproximadamente meia hora e enquanto é feita os tripulantes permanecem a bordo.</p>
<p>Os móveis possuem um sistema que os permite girar 90 graus e alguns elementos, como pias de banheiro, não giram, porém são duplicadas, havendo um para a posição horizontal e outro para a posição vertical.</p>
<p>Após o giro, a água que contém a estrutura submersa garante a estabilidade já que fica abaixo da linha de influência das ondas e correntes, permitindo que a plataforma fique estática de maneira livre ou presa por âncoras. Suas anteparas passam a ser o piso da embarcação fazendo que seja facilmente confundido com um navio emborcado ou soçobrado.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-30958" title="3-FLIP-ship-horizontal" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/3-FLIP-ship-horizontal-300x207.jpg" alt="3-FLIP-ship-horizontal" width="300" height="207" />A FLIP não possui motores ou outros meios de propulsão para não gerar interferência nos instrumentos acústicos, sendo então transportada para o local desejado através de reboque, podendo atingir neste momento velocidade entre 7 e 10 nós.</p>
<p>A plataforma foi projetada para estudar a altura das ondas, sinais acústicos, temperatura e densidade da água e para a coleta de dados meteorológicos. Após as operações, os tanques são esvaziados injetando-se ar comprimido nos tanques da seção submersa, permitindo a embarcação retornar à posição horizontal.</p>
<p>Construída na década de 60 pela Universidade da Califórnia e inaugurada em junho de 1962, a FLIP recebeu em 1995 U$2 milhões em verbas para modernização de seus sistemas. É de propriedade do Office of Naval Research e operada pelo Laboratório de Física Marítima do Instituto de Oceanografia Scripps.</p>

<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/flip-ship01/' title='flip-ship01'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/flip-ship01-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="flip-ship01" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/1-20/' title='1'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/14-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="1" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/1-1/' title='1 (1)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/1-1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="1 (1)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/2-19/' title='2'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/22-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="2" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/2-1/' title='2 (1)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/2-1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="2 (1)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/3-17/' title='3'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/32-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="3" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/3-1/' title='3 (1)'><img width="95" height="55" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/3-1-150x88.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="3 (1)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/3-flip-ship-horizontal/' title='3-FLIP-ship-horizontal'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/3-FLIP-ship-horizontal-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="3-FLIP-ship-horizontal" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/4-15/' title='4'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/41-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="4" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/4-1/' title='4 (1)'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/4-1-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="4 (1)" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/5-14/' title='5'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/51-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="5" /></a>
<a href='http://www.jornalpelicano.com.br/2011/07/flip-floating-instrument-platform/5-15/' title='5'><img width="95" height="95" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/52-150x150.jpg" class="attachment-95x95" alt="" title="5" /></a>

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		<title>Sistema de Gerenciamento da “Amazônia Azul</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 10:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adapt. Al. Bianca Barbosa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30885" class="wp-caption alignleft" style="max-width: 300px"><img class="size-medium wp-image-30885" title="1" src="http://www.jornalpelicano.com.br/wp-uploads/2011/07/12-300x199.jpg" alt="1" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Assinatura do contrato para o delineamento da arquitetura do SisGAAz </p></div>
<p>Visando ampliar a capacidade de monitoramento das águas jurisdicionais brasileiras e das regiões de socorro e salvamento sob a responsabilidade do Brasi, foi criado um sistema que possibilita uma rápida reação às ameaças identificadas, aumentando a proteção e garantindo a defesa do mar em toda esta área.</p>
<p>O Sistema de Gerenciamento da “Amazônia Azul” (SisGAAz) é um sistema de monitoramento, controle, proteção e defesa, composto pelos meios operativos da Marinha e por diversos sensores, que integram sistemas de informação e de apoio à decisão. Todas as informações compiladas, nos vários níveis atuantes, contribuem para a construção da Consciência Situacional Marítima.</p>
<p>O contrato para o delineamento da arquitetura do SisGAAz foi assinado no dia 7 de julho pelo Diretor de Sistemas de Armas da Marinha, Vice-Almirante Elis Treidles Öberg e pelo Presidente da Fundação de Aplicações de Tecnologias Críticas (ATECH), Tarcísio Takashi Muta.</p>
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