O que levar na mala para a praticagem? (Imagem: Jornal Pelicano)

Quase 12 meses após concluírem o 3º e último ano da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM), parte considerável dos Praticantes de Oficial de Náutica (PONs) da Turma CLC José dos Santos Silva (Turma Treze), egressos do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), em dezembro de 2015, começa a se preocupar em arrumar as malas para embarcar em navios mercantes. Alguns deles já cumpriram parte do período obrigatório de 12 meses de estágio embarcado em navios da própria Marinha do Brasil (MB); outros optaram por realizar o estágio integralmente em navios mercantes. Em geral, a maioria ainda deve completar mais da metade do tempo exigido no Programa de Estágio Embarcado (PREST), também conhecido como praticagem, e esta é a primeira vez que precisam arrumar as malas para irem a bordo de um navio mercante.

Como já fez antes, o Jornal Pelicano elaborou uma lista do que normalmente é necessário, pode-se ou não levar. Ela foi feita com a ajuda da Segundo Oficial de Náutica (2ON) Vivian Valença, egressa da EFOMM, no CIAGA, em 11 de dezembro de 2013, pela Turma Waldemir Barros Cals, que foi Comandante de Pelotão e veterana dos respectivos praticantes e que, atualmente, encontra-se embarcada no Navio de Recolhimento de Óleo Derramado, OSRV C-Atlas, pela companhia Bram Offshore, subsidiária brasileira do grupo americano Edson Chouest Offshore. Também contribuiu para o artigo o Praticante de Oficial de Máquinas (POM) Guilherme Rolim, da própria Turma Treze, que está na metade da sua praticagem, no Navio de Suporte a Lançamento de Dutos, PLSV Sapura Onix, da empresa Sapura Navegação Marítima, joint-venture das internacionais Seadrill e Sapura Kenkana.

Observações

  • Os itens foram dimensionados para o período máximo de apenas 1 mês a bordo.
  • Considerou-se um enxoval para apenas 1 semana sem repetição ou necessidade de lavagem de algum item.
  • O peso total de carga não considerou o limite de 13 quilos máximos que algumas empresas de navegação estabelecem por conta do embarque via helicóptero. Ao todo, os itens nessa lista somados, excluindo a própria mala, ficam na média do voo doméstico nacional, de 23 quilos.
  • Os aparelhos eletro-eletrônicos listados não consideram as restrições específicas de cada empresa.
  • Nenhuma medicação sugerida deve ser tomada sem a devida orientação médica.

É bom que todos os praticantes levem

Enxoval:

Ilustração de enxoval recomendado para embarque na praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
Ilustração de enxoval recomendado para embarque na praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
  • De 4 a 7 camisas meia-manga e 1 ou 2 bermudas casuais.
    As camisas e bermudas serão usadas por debaixo do macacão operacional, portanto, podem ser básicas. Recomenda-se uma composição maior de algodão e de malha fina e penteada, pois são mais confortáveis, retém mais suor do corpo e possuem maior durabilidade. É bom evitar estampas apologéticas e cores claras. Os conjuntos podem ser usados também sem o macacão, no passadiço, ou casualmente.
  • De 2 a 4 camisetas e 1 ou 2 shorts esportivos.
    Exatamente para a prática recomendada de exercícios físicos. Podem também ser usados com o macacão em dias mais quentes ou mesmo casualmente.
  • 1 ou 2 camisas e shorts de pijama.
    Usadas para dormir, são opcionais.
  • 1 ou 2 camisas e 1 calça jeans para desembarque e licença.
    Algumas empresas estabelecem um uniforme padrão de embarque e desembarque, no entanto, é recomendável levar um conjunto de roupa para eventuais licenciamentos que possam ocorrer durante o período.
  • 1 ou 2 shorts térmicos.
    Para serem utilizados com o macacão. É bom para evitar irritação nas virilhas.
  • 1 casaco e 1 calça moletom.
    Para dias de frio ou, mesmo, para uso no ar-condicionado dos compartimentos. Podem ser usadas também junto com o macacão.
  • 1 par de sapatênis.
    Algumas empresas exigem calçados fechados para uso casual fora dos camarotes. Também podem ser usados para embarque e desembarque ou eventuais licenciamentos.
  • 1 par de tênis.
    Para prática recomendada de exercícios físicos e também para uso casual.
  • 1 par de chinelos de dedo.
    Para uso nos camarotes e banho.
  • De 7 a 10 pares de meia.
    Usados principalmente com as botas rígidas. É bom que sejam de malha de algodão grossa e resistente e de cano longo, para melhor proteção contra o atrito das botas com o tendão-calcanhar.
  • 3 ou 4 cabides.
    Para melhor organização do material pessoal. Alguns navios podem não fornecer cabideiros.

Equipamento de Proteção Individual:

  • Macacão operacional, botas rígidas, luvas aderentes e térmicas, óculos de proteção transparentes e UV, capacetes com jugulares e protetores intra-auriculares certificados.
    São de distribuição obrigatória pelas empresas e seu uso individual também é mandatório conforme determinarem as políticas de segurança das companhias. A maior parte é dada aos praticantes antes de embarcarem. Estes têm que considerar espaço na mala para os itens. O praticante só deve levar para bordo os equipamentos de proteção dados pela empresa, porque estes são devidamente certificados.

Material de higiene e de uso pessoal:

Ilustração de material de higiene para levar para a praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
Ilustração de material de higiene para levar para a praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
  • Toalha e/ou roupão de banho.
    Algumas empresas fornecem esse material. No entanto, para maior higiene pessoal, pode-se levar toalhas próprias.
  • De 4 a 6 sabonetes 1 ou 2 pastas de dente.
    A maioria das empresas fornece esse material. O praticante pode levar, no entanto, caso faça uso de produtos específicos.
  • 1 shampoo e 1 condicionador.
    As empresas podem não fornecer esses itens. Em geral, não há composições específicas que devam ser consideradas para o ambiente marítimo.
  • 2 escovas dentais e fios dentais.
    É bom ter essa quantidade mínima de sobressalente para não correr o risco de ficar sem higiene bucal.
  • Anti-séptico bucal.
    O praticante deve atentar para anti-sépticos bucais sem composição etílica. Eles influenciam nos testes toxicológicos.
  • Talco e aerosóis anti-sépticos.
    É bom o praticante considerar o uso de talco anti-séptico por conta do uso regular das botas rígidas.
  • Cotonetes, cortador de unha, pente e/ou escova de cabelo.
    Praticantes que realizarão escalas longas devem atentar para estes itens de higiene esporádica.
  • De 1 ou 2 desodorantes.
    Seu uso pode ser intenso. Cada um deve avaliar a quantidade que julgar necessária levar, mas esta é a recomendação média mínima para 1 mês. Não há recomendações quanto ao tipo ou composição.
  • Perfume.
    O uso de perfumes a bordo é opcional, porém este pode ser um item desejável para desembarques ou eventuais licenciamentos.
  • Protetor solar corporal e facial.
    Para uso principalmente em fainas de convés. O praticante deve considerar o fator apropriado para exposições médias.
  • Porta-escovas-de-dente e saboneteira.
    Facilita o acondicionamento e porte desses materiais.
  • Sacola e rede de roupas.
    Facilita a separação e lavagem de roupas sensíveis, que não podem ser misturadas na máquina e também a movimentação de roupa a bordo, evitando perda de itens, como meias e roupas íntimas.

Medicamentos:

  • Depressor labiríntico.
    Esse tipo de medicação é quase obrigatória para os marinheiros de primeira viagem. Ela diminui o enjoo provocado pelo balanço da embarcação. Os mais usados são o Stugeron, Plasil e Dramin B6 — este último geralmente com menor efeito colaterol sonífero. Estes são os nomes comerciais mais conhecidos dos medicamentos, mas todos possuem equivalentes genéricos no mercado. A maior parte das empresas disponibiliza esse tipo de remédio a bordo. No entanto, é bom ter ao menos uma cartela para uso emergencial.
  • Analgésico.
    Às vezes, a rotina a bordo pode ser exigente. Eventualmente, o praticante pode sentir dores de cabeça. As enfermarias dos navios, geralmente, possuem este tipo de medicamento em estoque, mas o praticante deve considerar levar pelo menos 1 cartela do remédio que melhor lhe faz uso.
  • Anti-gripal.
    As jornadas a bordo acompanham constante variação de temperatura e condições ambientais. Gripes e resfriados são naturais. Apesar desse tipo de medicação estar também normalmente disponibilizada nos navios, é interessante que o praticante considere levar pelo menos 1 cartela do que melhor lhe faz uso.
  • Protetor labial.
    Tambem por conta da variação de temperatura e demais condições ambientais, é comum o ressecamento dos lábios e outras membranas faciais mais sensíveis. Manteiga de cacau e bepantol costumam ser as medicações mais utilizadas para prevenir isso a bordo.
  • Anti-térmico.
    Os navios geralmente disponibilizam esse tipo de medicamento a bordo. Alguns anti-gripais, inclusive, já possuem anti-térmicos em sua fórmula. No entanto, o praticante pode levar remédios mais específicos. É recomendado que os sintomas de febre, especialmente, sejam relatados assim que percebidos e o uso desse tipo de medicamento seja feito com aval médico.
  • Anti-alérgico.
    O praticante só deve fazer uso de anti-alérgicos os quais tenha recebido prescrição médica. Em algumas empresas, isso é obrigatório, porque sonolência geralmente é um efeito colateral. Para alguns praticantes, no entanto, esse tipo de medicação é indispensável e deve-se considerar levar quantidade satisfatória para o período.
  • Anti-inflamatório.
    Alguns analgésicos e anti-gripais já possuem anti-inflamatórios em suas fórmulas. O praticante pode realizar atividades fisicamente estressantes. Nesses casos, é bom que o praticante considere levar até mesmo relaxantes musculares.
  • Receituário pessoal.
    O uso de todo remédio e tratamento medicamentoso geralmente é de comunicação obrigatória à empresa. O praticante deve levar qualquer remédio de que faça uso rotineiro e controlado e que não tenha sido listado, com a devida prescrição médica e na quantidade necessária.

Aparelhos Eletrônicos:

Ilustração de lista de aparelhos recomendados para a praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
Ilustração de lista de aparelhos recomendados para a praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
  • Despertador.
    Alguns praticantes podem ter sérios problemas com o sono. Para evitar atrasos é recomendável que se leve um despertador exclusivo para bordo.
  • Smartphone.
    A comunicação via celular algumas vezes é viável. A versatilidade dos aparelhos como passatempo ou mesmo organizador pessoal pode ser interessante para alguns praticantes e é recomendada.
  • Notebooks e tablets.
    Os navios possuem computadores disponíveis para trabalho. O uso de notebooks e tablets próprios para realização de tarefas profissionais, dessa forma, é opcional. Algumas empresas, no entanto, podem proibí-los. É bom que o praticante porte consigo também notas fiscais desses tipos de aparelho, principalmente, notebooks. Isso é solicitação de alguns portos.
  • Carregadores e cabos USB.
    Nem todos os barcos disponibilizam tomadas com a voltagem padrão do sudeste brasileiro. Apesar da maioria dos carregadores e cabos comercializados serem bivolts, é bom que isso seja verificado. Ter cabos USB sobressalentes pode ser interessante, também.
  • Adaptadores de tomada e extensão.
    Grande parte dos navios não possuem tomadas suficientes ou acessíveis disponíveis nos camarotes ou demais compartimentos. Também é provável que o padrão de conexão seja algum antigo ou americano, coreano, japonês e europeu. Nesse sentido, é bom que o praticante se informe quanto a isso com antecedência, levando, assim, adaptadores de tomada compatíveis.

Documentações:

  • CIR.
    A Caderneta de Inscrição e Registro (CIR) nacional original é obrigatória. Algumas empresas podem exigir também CIR de outros países, conforme bandeira do barco ou escalas. O praticante deve confirmar isso com os agentes da empresa, antes.
  • RG civil.
    Também é obrigatório o porte do original.
  • ASO.
    O Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) tem validade de 12 meses e deve ser portado, obrigatoriamente, em duas vias originais a bordo. Algumas empresas exigem renovação em prazos ainda menores. O praticante deve consultar os agentes de RH para confirmar.
  • Passaporte.
    Algumas empresas podem exigir o passaporte, no caso de navios de bandeiras estrangeiras, ou mesmo, de escalas de longo-curso.
  • Certidão Internacional de Febre Amarela.
    O porte da certidão internacional de febre amarela também é obrigatório.
  • Carteira de Tétano.
    Algumas empresas exigem o porte a bordo da carteira de vacinação com anti-tetânica em dia. Devido aos riscos inerentes da atividade, isso é mandatório.
  • Livro do PREST.
    O Livro do PREST é um documento que lista tarefas que os Centros de Instrução demanda que os praticantes realizem durante a praticagem e todos devem levar para bordo. É recomendável que o praticante tenha ao menos uma cópia também disponível e mantenha digitalizações atualizadas de assinaturas e progressos como segurança.

Material de Anotação:

  • Caderno, canetas, lápis, borracha e pasta.
    Considerando que a praticagem faz parte do período de formação, pode ser interessante levar esse tipo de material para bordo. A pasta também pode ser usada para armazenar a própria documentação.

Os praticantes também podem levar

  • Fronha e colcha.
    As companhias fornecem material de cama. No entanto, o praticante que quiser usar material próprio pode levar.
  • Palmilhas de silicone.
    Elas podem tornar o uso das botas rígidas mais confortáveis e ergonômicas.
  • Cadeados.
    Dependendo da logística de embarque, alguns praticantes farão escalas aéreas e ficarão hospedados em outras cidades. Durante esse translado, cadeados podem proteger as malas. Nos navios, porém,os armários geralmente possuem trancas embutidas.
  • Meias de compressão.
    Podem ser interessantes, com a devida prescrição médica, para amenizar inchaços nas pernas ou dificuldades circulatórias provocadas pelo tempo em pé que se pode passar de serviço. A altura das meias e a pressão é de prescrição médica individual e o praticante deve consultar um especialista para isso.
  • Material de estudo e consulta.
    Livros, notas de aula e fichas podem ser levados para estudo. No entanto, o praticante deve considerar que há muitas publicações disponíveis a bordo. Alternativamente, pode-se levar esse tipo de material em meio digital.
  • Uniformes marítimos.
    Raramente, algumas empresas podem exigir o uso regular de uniformes marítimos. Nesse caso, o praticante deve estar atento para as disposições da Norma da Autoridade Marítima Nº 21 da Diretoria de Portos e Costas (NORMAM 21/DPC), que regula o uso e determina os uniformes. As exigências, geralmente, ficam apenas nos uniformes do Grupo Bege “Para uso interno” (similares ao “6.4 Bege” usados na EFOMM), mas podem se estender aos do Grupo Branco “Azul de Verão” (parecidos com o “5.5 Branco”).
  • Kit de costura.
    Para praticantes em empresas que exijam o uso regular dos uniformes marítimos definidos na NORMAM 21, um kit de costura com agulha e linhas azul marinho, bege e branco, eventualmente, pode ser interessante.
  • Sapateiras verticais, cabines de porta e porta-objetos com ganchos atáveis.
    Auxiliam na organização, portabilidade e, mesmo, segurança dos pertences a bordo. Recomenda-se sapateiras do tipo TNT, dobráveis e que possam ser penduradas.

É bom que os praticantes homens levem ainda

  • De 7 a 10 cuecas.
    Modelos do tipo longo podem, inclusive substituir shorts térmicos. A quantidade sugerida inclui sobressalentes.
  • Aparelho de barbear, lâminas, espuma e loção pós-barba.
    Alguns praticantes podem ficar verdadeiras jornadas de tempo a bordo. Nesse caso, é interessante considerar um kit de barbear, que inclua lâminas, espuma e loção pós-barba. Máquinas de barbear devem observar a regra da bivoltagem.

É bom que as praticantes mulheres levem também

  • De 7 a 10 calcinhas.
    As de algodão são as mais indicadas.
  • Absorventes, sabonetes e cremes íntimos.
    Atentar para a quantidade necessária para uso no período.
  • Prendedores de cabelo e itens para fazer coque.
    Em algumas empresas, isso é obrigatório. A praticante também pode julgar interessante para boa higiene e segurança.
  • Sutiãs.
    Os de tipo “top” podem ser mais confortáveis.
  • Sandálias tipo ‘crocs’.
    A maior parte das empresas, por questões de segurança, proíbe o uso de sandálias abertas. As crocs são a alternativa. Além disso, costumam ser mais confortáveis. Há marcas alternativas desse tipo de sandália como as da softworks.

É bom que os praticantes não levem

Itens de embarque proibido ou não recomendado na praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
Itens de embarque proibido ou não recomendado na praticagem. (Imagem: Jornal Pelicano)
  • Aparelhos 127V.
    A maior parte dos navios dispõem de tomadas 220V.
  • Canivetes e outros materiais cortantes.
    As políticas de segurança das empresas regulam rigidamente o uso e porte desse tipo de material.
  • Medicamentos tarja vermelha ou preta sem prescrição.
    Os praticantes que eventualmente façam uso desses medicamentos devem portar prescrição médica e fazer a devida comunicação conforme política das empresas.
  • Comidas.
    O rancho dos navios acondiciona ampla variedade de alimentos. Não é interessante levar isso para bordo.

Desde junho desse ano, algumas empresas de navegação convocam o maior número viável de PONs, alinhadas ao esforço liderado por uma comissão de alunos e praticantes junto ao Departamento de Cursos e Estágios do CIAGA — formado sob designação direta do Comando da própria instituição de ensino. A ideia é aumentar a oferta de vagas de treinamento em navios mercantes disponibilizadas aos aspirantes a oficiais de convés formados no Centro e, consequentemente, diminuir a fila existente para a praticagem. Com a proximidade da formação da Turma Luís Cardoso Augusto Ventura (Turma Quatorze), este trabalho se torna ainda mais relevante.

Recentemente, o 2OM Cunha, também egresso da Turma Treze foi o primeiro do curso de Máquinas a concluir o período obrigatório e se tornar oficial. Ele, gentilmente, contou sobre sua experiência de seis meses a bordo do Navio-tanque Rosa Tomasos, pela tripuladora V-Ships, na série de matérias Diário do Pratica. A baixa oferta de vagas de praticagem afeta apenas os praticantes do curso de náutica.

O Jornal Pelicano cobrirá demais eventos das turmas de praticantes da EFOMM, do CIAGA.

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Alessandro Freire
Praticante-aluno de Oficial de Náutica e Membro Honorário do Jornal Pelicano e Grêmio de Vela e Remo. Foi aluno da EFOMM entre 2013 e 2015, Adaptador-aluno, Atleta da Equipe de Natação, Monitor dos Grêmios de Náutica e Informática, Escritor e Vice-presidente do Jornal Pelicano.